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sexta-feira, 20 de julho de 2012
MANUSCRITO ENCONTRADO EM ACCRA
14 de julho de 1099. Enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como Copta convoca uma reunião com os jovens e velhos, homens e mulheres da cidade. A multidão formada por cristãos, judeus e muçulmanos chega à praça achando que irá ouvir uma preleção sobre como se preparar para o combate, mas não é isso que o Copta tem a lhe dizer. Tudo indica que a derrota é iminente, mas o grego só quer instigar as pessoas a buscarem a sabedoria existente em sua vida cotidiana, forjada a partir dos desafios e dificuldades que têm de enfrentar. O verdadeiro conhecimento, acredita, está nos amores vividos, nas perdas sofridas, nos momentos de crise e de glória e na convivência diária com a inevitabilidade da morte. Na tradição de O Profeta, de Khalil Gibran, o Manuscrito encontrado em Accra, de Paulo Coelho, é um convite à reflexão sobre nossos princípios e nossa humanidade. “Ame. Não falo aqui apenas do amor por outra pessoa. Amar significa estar disponível para os milagres, para as vitórias e derrotas, para tudo o que acontece durante cada dia que nos foi concedido caminhar sobre a face da Terra.”
HÁ QUEM PASSE PELA VIDA...
Há quem passe e deixe só cicatrizes,
Há quem passe semeando flores.
Há quem passe banhando-nos em lágrimas,
Há quem passe disposto a secá-las.
Há quem passe torcendo por nossa vitória,
Há quem passe aplaudindo nossos fracassos.
Há quem passe ajudando-nos a levantar,
Há quem passe fazendo-nos cair.
Há quem passe como sombra,
Há quem passe como luz.
Há quem passe como pedra no caminho,
Há quem passe como pedra de construção.
Há quem para todo todo deslize veja uma falha
irreparável,
Há quem nos ofereça o perdão.
Há quem ignore nossos erros,
Há quem nos ajude a corrigir.
Há quem passe rápido, veloz, despercebido,
Há quem deixe marcas profundas.
Há quem simplesmente passe,
Há quem fique para sempre no coração.
Há quem passe pela vida,
Mas, há quem não deixe a vida passar
Sem um gesto de carinho,
Sem o AMOR ofertar!
Regina Célia
quinta-feira, 19 de julho de 2012
“Jorge Amado e Universal”: Um olhar inusitado sobre o homem e a obra
Periodo: de 17/04/2012 a 22/07/2012
Periodo: de 17/04/2012 a 22/07/2012
A exposição Jorge Amado e Universal, que faz parte das comemorações oficiais do centenário de nascimento do escritor, é uma realização da Grapiúna e da Fundação Casa de Jorge Amado, em parceria com a Secretaria de Cultura do Governo de São Paulo e o Museu da Língua Portuguesa.
O desenvolvimento e organização da mostra é da Nacked & Associados Mercado Cultural sob direção geral de William Nacked. Ana Helena Curti responde pela coordenação geral de conteúdo da exposição já Daniela Thomas e Felipe Tassara são o responsáveis pela expografia.
Com acervo pertencente à Fundação Casa de Jorge Amado e à família do célebre escritor, Jorge Amado e Universal fica até 22 de julho na capital paulista, seguindo posteriormente para o Museu de Arte Moderna da Bahia em Salvador. A exibição nestas cidades conta com patrocínio do Banco Santander.
Em São Paulo a exposição conta com o apoio institucional da TV Globo.
“Essa exposição é um desafio prazeroso de cumprir, tendo em vista a importância e alcance do homenageado e de sua obra. Buscamos elementos para que o público mergulhe em um vasto repertório de conteúdos sobre o homem, o escritor e a obra”, relata William Nacked, diretor geral da iniciativa.
Para Antonio Carlos de Moraes Sartini, Diretor do Museu da Língua Portuguesa, a mostra “é motivo de grande orgulho para o museu, que assim, se torna mais brasileiro ainda, já que aproximará do grande público um dos autores nacionais que mais bem retratou o nosso povo através de suas aproximadamente 5.000 personagens criadas, cheias de grandezas, fraquezas, de sabedoria popular, donas de uma sensualidade encantadora,repletas de malícia,fé e esperanças. Ainda, segundo o diretor “ a obra deste querido autor baiano ajudou a difundir a cultura brasileira, pois seus livros foram publicados em mais de 50 países e versados para 49 idiomas”.
O desenvolvimento e organização da mostra é da Nacked & Associados Mercado Cultural sob direção geral de William Nacked. Ana Helena Curti responde pela coordenação geral de conteúdo da exposição já Daniela Thomas e Felipe Tassara são o responsáveis pela expografia.
Com acervo pertencente à Fundação Casa de Jorge Amado e à família do célebre escritor, Jorge Amado e Universal fica até 22 de julho na capital paulista, seguindo posteriormente para o Museu de Arte Moderna da Bahia em Salvador. A exibição nestas cidades conta com patrocínio do Banco Santander.
Em São Paulo a exposição conta com o apoio institucional da TV Globo.
“Essa exposição é um desafio prazeroso de cumprir, tendo em vista a importância e alcance do homenageado e de sua obra. Buscamos elementos para que o público mergulhe em um vasto repertório de conteúdos sobre o homem, o escritor e a obra”, relata William Nacked, diretor geral da iniciativa.
Para Antonio Carlos de Moraes Sartini, Diretor do Museu da Língua Portuguesa, a mostra “é motivo de grande orgulho para o museu, que assim, se torna mais brasileiro ainda, já que aproximará do grande público um dos autores nacionais que mais bem retratou o nosso povo através de suas aproximadamente 5.000 personagens criadas, cheias de grandezas, fraquezas, de sabedoria popular, donas de uma sensualidade encantadora,repletas de malícia,fé e esperanças. Ainda, segundo o diretor “ a obra deste querido autor baiano ajudou a difundir a cultura brasileira, pois seus livros foram publicados em mais de 50 países e versados para 49 idiomas”.
MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA
PRAÇA DA LUZ S/N
SÃO PAULO - SP
UMA BURCA POR AMOR - REYES MONFORTE
María Galera e o marido Nasran sempre viveram em Londres, onde se conheceram, até que ele precisou viajar para o Afeganistão, devido a doença do pai. A esposa o acompanhou, mas os dois foram assaltados, perdendo os documentos e com isso ficando impedidos de retornar à Inglaterra. Vivendo no Afeganistão, os dois tiveram de se submeter ao regime do talibã. Maria, embora pudesse retornar à Espanha, seu país de origem, preferiu ficar ao lado do marido afegão e adotou a burca (traje que cobre as mulheres da cabeça aos pés) e todos os demais preceitos impostos pelo Talibã, enquanto isso, a jovem, tenta sensibilizar as autoridades internacionais para que ela e o marido possam voltar para casa.
O livro traz o relato da luta de María e também uma crônica dos horrores que ela presenciou no Afeganistão. Na Espanha, o livro de Reyes Monforte transformou-se em programa de TV.
LIVRO ENVOLVENTE - A CASA DAS ORQUÍDEAS - LUCINDA RILEY
A Casa das Orquídeas – Lucinda Riley
Quando criança, a pianista Júlia Forrester passava boa parte de seu tempo contemplando as flores que eram carinhosamente cultivadas por seu avô na estufa da propriedade de Wharton Park.
Anos mais tarde, depois de uma tragédia, o destino faz com que Júlia retorne à propriedade, agora herdada por Kit Crawford, um homem carismático, sozinho e que também tem motivos para lamentações. A relação deles se estreita depois que um velho diário é encontrado e com ele muitos segredos de outras gerações vêm à tona, despertando sentimentos e histórias esquecidas.
A primeira coisa que me veio quando o livro chegou foi susto. Afinal, 560 páginas não são para qualquer um. Mas Lucinda consegue aconchegar o leitor, deixando a leitura fluída e muito prazerosa.
O enredo é apresentado em dois períodos de tempo: entre a Segunda Guerra Mundial, onde conhecemos o casal Olívia e Harry Crawford; e no presente, onde conhecemos Júlia. Apesar de tratar da guerra, não há sensacionalismo.
A narrativa, tanto do passado, quanto do presente, é em terceira pessoa; contudo, há cenas em que Júlia relata seus sonhos, o que permite o leitor conhecê-la gradualmente até que este saiba qual o real motivo de todo aquele sofrimento.
Os personagens, apesar de muitos, são bem demarcados e cativantes. O que me desagradou um pouco foram os diálogos, que por vezes me soaram falsos e caricatos.
Outro ponto que me deixou desgostoso foi que em dado momento da leitura a autora surpreende o leitor com uma cena que me pareceu fora de lógica – para não dizer “bizarra”. Há muitos segredos, que no meu ponto de vista comprometeram a verossimilhança da história. A sensação que tive foi a de que Riley “enfeitou” demais a trama; muitas coisas poderiam ter sido cortadas.
Contudo, a leitura de A Casa das Orquídeas foi prazerosa. Mesmos com as picuinhas que tive em determinados trechos, o livro me comoveu.
Nome original: Hothouse Flower
Autoria: Lucinda Riley
Tradução: Bárbara Menezes de A. Belamoglie
Editora: Novo Conceito
560 páginas
domingo, 11 de abril de 2010
E então, o que você está esperando?
Amando você ensina amar;
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado;
Hei!! Tá de luto?
Agora você reconhece o quanto é importante sua vida;
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar;
Não espere...
Não espere a enfermidade para perceber o quanto é frágil a vida;
Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar;
A mágoa tem que entrar para pedir perdão, não;
A separação para sentir saudade;
A dor para acreditar na oração;
Elogios para acreditar em si mesmo;
Que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado;
Não espere...
Não espere o eu te amo, para dizer eu também;
Não espere ter dinheiro para contribuir
Não espere o dia da sua morte para começar a amar a vida;
E então, o que você está esperando?
sábado, 20 de março de 2010
A medida do amor
A medida do amor
- Sempre desejei saber se era capaz de amar como o senhor ama - disse o discípulo a um mestre hindu. - Mas como vou saber se meu amor é grande o suficiente?
- Procure saber se você se entrega, ou se você foge de suas emoções. Mas não faça perguntas como esta, porque o amor não é grande nem pequeno; é apenas amor, e não se pode medir um sentimento como se mede uma estrada. Se você tentar dimensioná-lo, estará enxergando apenas seu reflexo, como o da lua em um lago; não estará percorrendo seu caminho.
Paulo Coelho.
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